SEM OUTRA ALTERNATIVA DESABRIGADOS OCUPAM CASAS INTERDITADAS.
Dona Celina Maria
que em 2011 viu sua casa cair com as águas da grande chuva de Janeiro. Após a
tragédia já morou em diversas casas e bairros diferentes, depois que sua casa
foi parcialmente destruída na tragédia e interditada pela defesa civil.. Agora sem ter alternativa, ela é obrigada
a voltar para o mesmo local, Assim como
ela outras famílias estão retornando, não por má-fé! Todos dependem do aluguel
social para honrar o contrato com o proprietário do imóvel que muitas das vezes
precisam do dinheiro para completar a renda. Pela vontade de Dona Celina ela
não estaria morando no mesmo local que outrora criou seus filhos e netos, mas
que lhe trás sempre a memoria a noite de terror que viveu na madrugada do dia
11 de Janeiro. É hora de o estado definir uma posição para os que dependem dele
para quitar seus compromissos, sabemos que muitos já resolveram o problema
construindo outra residência, mas temos muitos que como dona Celina que de
forma corajosa vem relatar sua situação.
JOEL ACOMPANHA SITUAÇÃO.
Joel Caldeira membro
fundador da AVIT (Associação das vitimas da tragédia) que hoje está morando em
Ji-Paraná em Rondônia, vem acompanhando de perto o desenrolar da situação que
está vivendo os sobreviventes que precisam receber o aluguel social para honrar
o compromisso assumido com os proprietários das asas onde moram. Segundo Joel
os atuais membros da AVIT estão sempre buscando orientações dele e de sua
esposa Lilia Caldeira, o casal conhece bem a situação, pois trabalharam de
forma voluntária por vários anos em defesa dos direitos sociais dos
sobreviventes.
CONSELHEIROS SEM SALÁRIOS
Na última
Quarta-feira 13 os dez conselheiros foram obrigados a paralisarem suas
atividades apenas funcionando o plantão para casos de emergências devido à
falta de salário. Vale lembrar que os conselheiros atendem mais de 3000
famílias, trabalham 24 horas por dia sete dias por semana Domingos e feriados.
Como podem realizar um bom trabalho se a cabeça está nas contas atrasadas e sem
a certeza de quando poderão honra-las. Sem ação desses soldados (as) muitas
crianças e adolescentes estarão desprotegidos, nós como sociedade organizada
temos obrigação de está ao lado dos conselheiros que são escolhidos por nós
mesmos para esta missão.
O conselho de
Teresópolis recebeu apoio de diversas cidades, ACETERJ (Associação dos
conselheiros do estado do rio de Janeiro) enviou apoio ao movimento que decidiu
funcionar apenas o plantão.
BREJAL PEDE MELHORIAS NA COLETA DO LIXO
Este simpático
casal moradores do Brejal solicita a prefeitura melhoria na coleta do lixo no
bairro, segundo eles o caminhão passa apenas na rua principal. Mas ao todo
elogia o trabalho que vem sendo realizado já que passou um período onde o
morador não tinha coleta que está regularizada.




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